descansam teus sapatos verdes
sem os pés que estão ao vento
minha mão verde vai
procurar teu flanco
mas enrijece
sobre o banco em silêncio o poema mas enrijece
amadurece
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
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