sábado, 13 de maio de 2017

um pássaro espumando na velha boca da aurora. uma frase foge das minhas falanges, eu perco. não tem me interessado o texto testa de ferro, a lírica cocô de cachorro de madame, para quem? roído pelas roldanas da LINGUAGEM, alguém grafa a felicidade como se falasse com DEUS, e não há. atropelado pelas rodas da madrugada, um homem espuma num beco, e um pássaro preto ronda as possibilidades.

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