sábado, 13 de maio de 2017
um pássaro espumando na velha boca da aurora. uma frase foge das minhas falanges, eu perco. não tem me interessado o texto testa de ferro, a lírica cocô de cachorro de madame, para quem? roído pelas roldanas da LINGUAGEM, alguém grafa a felicidade como se falasse com DEUS, e não há. atropelado pelas rodas da madrugada, um homem espuma num beco, e um pássaro preto ronda as possibilidades.
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Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
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eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
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caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
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eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
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