uma garrafa d'água
gaseificada artificialmente
decorando a cômoda e os meus olhos
baixos borbulhando;
a ponta do seu dedo atravessando
meus dedos como um dardo-
fantasma; outubro quebrando
meu lençol de espelho;
um anel anulado sem nuvens
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Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
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eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
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caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
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eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
hmmm
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