quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Este poema

Minha filha. É automatismo, sim. Eu confesso! É carnaval
de olhos fechados, delírio das pernas. É poesia
que dá cadeia. Uma cachaça total, água de ribeirão
ao som da marchinha que você pula, bêbada e decadente,
pela avenida, à toa. Enfie a
máscara.
E dance.
Puro LSD e maracatu.

10 de janeiro
2015
para ana c.

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