Então acordo, digo, sonho,
dentro de um sonho que fabrico,
entre pedras e olhos de lama,
que despenco podre de um galho
(tudo como se fosse nada
nuvens vermelhas investigam
meus pés na relva envenenada)
que me despeço e que me esqueço
e desperto como num parto
partido pra dentro, do avesso.
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Sem ter um rei
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eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
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