tento descobrir, tateando a atmosfera, se é tudo ou se é nada que passa. não há diferença, digo, não importa, pois no ápice do sol os cães roçam suas cabeças no asfalto vulcânico. aprender com eles, como?
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
-
eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
-
caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
-
eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
Nenhum comentário:
Postar um comentário