quarta-feira, 26 de outubro de 2016

26

a noite, um búfalo negro, mais uma vez nos atropela as palavras e as vistas. o último licor de amarelo, alguém o percebe? queria beber contigo, de novo, um copo de vodka, uma sexta, o calendário. sento na cama, reoriento o tato órfão das vistas, sozinho, enquanto lembro de minhas tripas verdes e patas passeiam sobre a vegetação rasteira de meu cabelo. 

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