a noite, um búfalo negro, mais uma vez nos atropela as palavras e as vistas. o último licor de amarelo, alguém o percebe? queria beber contigo, de novo, um copo de vodka, uma sexta, o calendário. sento na cama, reoriento o tato órfão das vistas, sozinho, enquanto lembro de minhas tripas verdes e patas passeiam sobre a vegetação rasteira de meu cabelo.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
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Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
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eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
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caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
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eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
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