testar o texto até sua tensão máxima. como um mantra, repetir o último trinado, a faca final, até sua completa inexistência. quero a última instância da cidade, onde os animais de pelúcia e os bichos sarnentos das calçadas fazem uma orgia. quero trombar na mesma tábua um pedaço do muro de berlim e a fotografia de minha mãe. espocar os espaços, organizar o organismo a partir da DESORDEM.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
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Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
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eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
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caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
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eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
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