segunda-feira, 7 de novembro de 2016

07 

testar o texto até sua tensão máxima. como um mantra, repetir o último trinado, a faca final, até sua completa inexistência. quero a última instância da cidade, onde os animais de pelúcia e os bichos sarnentos das calçadas fazem uma orgia. quero trombar na mesma tábua um pedaço do muro de berlim e a fotografia de minha mãe. espocar os espaços, organizar o organismo a partir da DESORDEM. 

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