penso em sua lírica e em seu deslize, em como os musgos desta casa te derrubaram a boca. a revista de setembro, ainda no plástico, envelhece sobre o cesto de roupas sujas. aquele velho navio, a tempestade encharcando o tempo, inchando o intervalo dos corpos, dois, quatro, quantos dias?
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
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Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
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eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
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caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
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eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
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