a cidade e seu ápice
triste como um trator
e seu homem vestindo
a avenida no topo da tarde
na janela do ônibus
uma cabeça sempre viaja
pendurada como um quadro
um espanto
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
-
eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
-
caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
-
eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
Nenhum comentário:
Postar um comentário