há coisas como aquelas estrelas
cadentes que nunca conseguimos
olhar e há coisas como o resto do teu
rosto nas telas da minha lembrança
cadentes que nunca conseguimos
olhar e há coisas como o resto do teu
rosto nas telas da minha lembrança
não há nada como voltar
a um poema como por vezes
voltamos a nós meninos
num transe de mistério
planto o pomar dos teus olhos
no planeta da minha espera
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