Vejo você de costas e algo
como um cacto cala meu corpo
porque você é bonita como um espinho perfeito linda como uma lâmina
afiada furando
fornalha ardendo
vejo teu vulto de costas
uma palavra jamais dita na fumaça da perfeição
domingo, 26 de janeiro de 2020
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
-
eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
-
caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
-
eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
Nenhum comentário:
Postar um comentário