quer dizer, estou no banho,
olhando os cabelos colados à mão,
a pele amolecendo
lenta e morna,
quando, doendo,
algo que deveria ter sido
um poema passa rápido
e elétrico
da água para o sonho,
apontando para o meu corpo.
nunca dirá seu nome
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Sem ter um rei
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
-
eu vi ali no chão da encruzilhada a voz brotar do vão iluminada eu vi ali no chão da encruza clara o sol da escuridão na minha cara a...
-
caminho claro percurso cão olhos molhados balançam estradas oco completo teu canto coração do verão
-
eu sou um sujeito lírico um tanto quanto lacônico
Nenhum comentário:
Postar um comentário