veste seu terno branco e carrega
nos olhos malas-fantasmas enquanto
agarra as grades da antiga estação
acendo um cigarro sob a marquise
um ônibus muito moderno engole os reflexos
meu e dos que recolhem os grãos do último descarrilamento
18 02 2018
as veias abertas o tempo fechando o sol apagando a história repete seu corte um povo se perde se explode até quando puder pisar no chão que...
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